quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Series parte 01

Passou auto compaixão tenho um tempo para pensa na vida e ir fazendo outras coisas...
Então voltemos ao assunto principal deste Blog, falar sobre visibilidade LGBTT, mais especificamente o "mundo" Lésbico da qual faço parte.
Hoje há alguns minutos assiste o episódio novo de Glee uma serie americana que gosto muito, mas antes de falar da serie tenho uma pequena reflexão a fazer. Dias atrás estava lendo um Blog que falava sobre o por que as series são melhores que as novelas, trazendo alguns comentário sobre produção, investimento etc.
o mais importante no entanto era o fato de que nas series americanas ou não a visibilidade Gay/ Lésbica/ Trans é um fato, esta acontecendo temos produções como True Blood, Lip Service, Grey's Anatomy, The L Word, Glee, Xena, Buffy, House etc. Mesmo uma porção de personagens que nos representa  (com exageros ou not) frente um publico imenso e diversificado. Em outras series por exemplo Cold Case mulheres ganham papeis de destaque, não só panos de fundo de histórias, donas de casas histéricas ou Helenas sofredoras que tem missão sofre ate o fim com uma infinidades  de eventos malucos e catastróficos.
E voltando ao episódio acima citado de Glee, estou acompanhando a 2º temporada dessa serie e está o máximo são conflitos adolescentes com musicais ótimos com musicas que ficam 10 vezes melhor na versão deles o é incrível. 
Outro fato importante é discussão sobre sexualidade trazida pela serie e seus personagens gays e  lésbicos, destacando os episódios 04, 05, 15, 19 e 20, meus preferidos, trabalhando de uma maneira bem realista corajosa, os personagens estão se assumido, fazendo o outing deles de maneira grandiosa. Não quero dar Spoilers mais neste último episódio mas que se assumir o Kurt, bate na cara de uma escola inteira tipo "sou gay mesmo, problemas fale com a minha mão"!! com tanta dignidade que me fez ir ao delírio e claro gritar frente ao meu PC. (rs)
  tão importante quanto o show de dignidade está sendo mostrado que os LGBTT existem estamos nas escolas, hospitais, dentro de repartições públicas, no supermercado etc, e aos poucos na TV, como pessoas iguais a todo mundo sem versões estereotipadas como vimos muito na novelas brasileiras... Essa discussão vai continuar  em outros posts isso foi só uma introdução.

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